Quarta-feira, eu e meu filho fomos conhecer o Restaurante do Supermercado Guarapari na Santa Isabel. Nada contra o mercado mas a critica é sobre o belo restaurante.
Por acaso naquele dia não havia no buffê batatas fritas. Em casa raramente comemos porque minha senhora é totalmente contra à frituras e refrigerantes. Mas a moça disse que eu poderia pedir uma porção separada que eles fariam. Bem, passados uns 20 minutos e como não havia chegado, cobramos novamente e fui informado que eles haviam esquecido de fazer...
Mais uns 15 minutos (já era 12:55), e meu filho tinha que voltar em casa, escovar os dentes e se arrumar para a Escola (13:10), as batatas chegaram. Puro óleo e mal cozidas que não deu para comer e levamos para casa. À noite, tentei comer mas não deu e passei para meu cachorro.
Outro dia, fui numa famosa pastelaria na Av. Liberdade, mas que apesar da demora (+/- 45 minutos), era razoável. Geralmente quando procuro estas especiarias que poucos conseguem fazer, vou no Genesini, ali na Liberdade próximo a paróquia.
Mais uma vez pergunto, qual a sistemática de admissão de funcionários nestes estabelecimentos, já que o supermercado não tem culpa como dizam. Outro dia, no mesmo supermercado, eram produtos com dois preços e no caixa, valia o mais alto (Kapo).
Lembro que quando da incrição para novas vagas, havia uma fila gigantesca com pessoas inclusive com nivel universitário, com filhos, com responsabilidade para trabalhar. Em empresas publicas geralmente contratam pessoas da familia, mas o que dizer de investimentos privados? Muitos dão chance a jovens que muitas vezes nem estão ai se o supermercado vai ou não manter clientes e que ninguem vai vir a publico falar do que ocorre. Esse tempo acabou...






