
Desculpem os crentes e religiosos de todas as religiões, seitas e cultos mas, o Deus de vocês não existe mesmo. Nunca existiu. Uma pena...
Eu próprio gostaria que fosse verdade as historias que ouvia de um Deus que protegia os fracos e oprimidos mas desde que deu um estalo, por volta dos 7 anos, meu herói preferido era o Homem de Ferro. Forte, indestrutível, lógico e, sem um rosto definido, bem ao contrário do Super Homem da época.
Porque estou dizendo isso? Foram tantas as descobertas esta semana, após tantos crimes em Viamão onde eu chego mais perto, seja via TV, Jornais, Rádios, Web ou até mesmo relatos velados ditos por telefone ou e-mail, que não tem como chegar a esta verdade: Deus é uma criança ingênua e nós, seres humanos somos suas formiguinhas. As vezes ele larga uma folha verde e outras pisa em cima ou arranca as patinhas.
Observem que desde os primórdios, o homem sempre quis explicar as coisas da maneira mais simples, desde a evaporação da água formando as nuvens até sua precipitação na forma de chuva. Sempre foi mais fácil do que tentar estudas as coisas. Também o ser humano sempre se achou superior ao resto dos animais e por isso quer viver para sempre ou precisa de um Deus com sua cara, seu jeito de ser.
No Egito antigo, milhares ou quem sabe, milhões de pessoas eram escravizadas, muitas desde o 7 anos de idade e morriam carregando pedras por volta de 14 ou 17 anos. Seus ossos mostram deformações nas costas e pernas. Fico pensando quantas mulheres grávidas empurraram pedras abordando seus fetos ao longo do caminho? Pessoas com hérnia, cálculos renais sofrendo no calor do Egito e Deus não fez nada, absolutamente nada por eles, apenas para os Faraós que comiam e bebiam do melhor.
Depois, no inicio da era cristã não foi diferente. Mortes, perseguições, crucificações, mortes de crianças e todas as mazelas que somente os poderosos sabiam fazer no povo descamisado que apenas rezava por um deusinho distante.
Há relatos também do famoso Vlad, o Príncipe da Valáquia que mais tarde daria a lenda do bondoso Conde Dracula. Nada a ver, o Vlad Tepes IV , o Principe da Valáquia que era infinitamente superior em maldade. Registros históricos contam que os prisioneiros de guerra, muitas vezes 5 ou 10 mil, eram empalados e deixados morrer ao longo de estradas. Para quem não sabe, empalar significa enfiar uma estaca de m
E os grandes Reis da Idade Média que exploram os camponeses, roubava suas filhas e cobravam impostos como hoje? Lembram quando a Igreja perseguia os pobres, em especial as mulheres acusando-as de bruxas e, antes dos padres às mandarem para a fogueira as estupravam em nome de Deus? E os pobres negros que o Portugueses e outros paises traziam da África para fazer escravos? Separavam mãe e filhos e os jogavam em fundos de navios quentes, úmidos e sem ar? Para quem não sabe, Portugal foi um dos últimos a acabar com a escravidão, muito tempo depois do Brasil. Sempre foi assim pessoal e o tal Deus fazia de conta que não via. Mais tarde tivemos a Primeira e Segunda Grande Guerra Mundial, onde é desnecessário dizer o que ocorreu com judeus, negros etc. Até o Papa, visitando os campos de extermínio se perguntou: “Onde andaria Deus nesta época?”.
Hoje vivemos numa época que mistura as Terras de Faraós (imensas construções que quase tocam o céu em Dubai), Valáquia (Assassinos cruéis, que não apenas matam, mas torturam suas vitimas), Guerra (Rio de Janeiro), idade média com seus reis cobrando pesados impostos e quem não paga ou tenta esconder é preso (hoje nossos representantes em Brasília), escravidão remunerada (o salário mínimo), e por ai vai.
Mas o que mais me levou a escrever este texto foram as historias por baixo dos panos dos últimos acontecimentos aqui em Viamão. É tanta a podridão do sistema brasileiro que poso afirmar que não se pode confiar em ninguém mais mesmo, nem confiar em Juizes, Promotores, Policia Federal e o escambal. Parece que o vírus do mal tomou conta.
E Deus ficará lá no bem bom, lá em cima, as vezes jogando uma folhinha verde para nós mas, na maioria das vezes, pisando em cima.